“Estação da Moralidade”

Na atual conjuntura é evidente como a ” Estação da Moralidade ” vem se ampliando cada vez mais na administração pública e em outras instituições. Diante dos fatos que o nosso pais atravessou e continua atravessando, um show de corrupção e aparelhamento do público com o privado,  despertou o gigante que acordou disposto a organizar a ‘casa’ e lutar por  uma verdadeira ORDEM e PROGRESSO.

Um fato curioso é que Moralidade é um dos  princípios da administração pública, como preconiza no Art. 37 da Constituição Federal de 1988. Ou seja, não estamos inventando a roda, já está estabelecido na Lei. Entretanto, devido fatores culturais, interligados com as conveniências, fizeram com que este princípio estivesse adormecido na prática. Porém, diante do novo cenário político e econômico, temos a expectativa e perspectiva que esta estação permanecerá por um bom tempo.

Bem dizia Winston Churchill…  “Um político pensa nas próximas eleições, um estadista nas próximas gerações”. É impossível não sairmos diferentes diante do baque que o país sofreu, afinal, quem paga a conta somos nós. Este novo olhar que não é novo, mas sim movido pelo clamor popular e refletido por péssimos indicadores, principalmente econômicos, nos conduzirá rumo ao caminho da reflexão e fiscalização.

Todo sentimento de mudança precisa de um instrumento legal para ser materializado, e a fiscalização e participação da sociedade civil é essencial no processo de construção.  Só conseguiremos obter resultados eficientes, se tivermos o entendimento, não só teórico, mas, também prático, que a palavra “Democracia” signifique  “O GOVERNO QUE O POVO EXERCE A SOBERANIA” ou seja, não somos funcionários e sim os donos da empresa. E como donos, não devemos apenas cobrar resultados, mas conhecer e nos envolvermos no processo.

“Não existe mudança política, estando fora da política.”

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