Na ponta do Lápis?

Maycom Guimarães

Os filmes de ação de Hollywood são referências para o mundo cinematográfico, quando pensamos que haverá um desfecho favorável, logo em seguida as cenas se tornam surpreendentes, e todos ficamos indignados e,  ao mesmo tempo vidrados na telinha.

Assim como nos filmes, altos e baixos se refletem constantemente na administração pública, a qual o gestor público precisa está antenado quanto aos custos da máquina, afinal, a conta precisa fechar. O Art. 20 da Lei de Reponsabilidade Fiscal estabelece que o gasto de pessoal nos munícipios não pode exceder 54% da receita corrente liquida. Levando em consideração a aplicação de 15% na saúde e 25% na educação, e assim por diante… Ou seja, de 100% da arrecadação dos município, 94% já tem destinação estabelecida por LEI.

É essencial colocar tudo na “Ponta do Lapís” e fazer contas. As fontes de arrecadação dos municípios já estão estabelecidas na LEI e é preciso equilibrar a balança, pois receita e despesas precisam ser monitoradas com muita celeridade.

Além dos custos que são evidentes, há outro ponto que vale destacar: a eficiência e qualidade na aplicação dos recursos. Vivemos em sociedade plural, cujas demandas são bastante relativas, e cada região tem a sua especificidade. Entretanto, os recursos são do povo, e independente de quem precisa mais ou menos, o EQUILIBRIO precisa está conectado com o interesse da sociedade.

Uma gestão participativa, pautada no diálogo e presente no dia-dia das pessoas, irá nortear uma construção coletiva e siginificativa para aplicação de uma política pública com qualidade e eficiência.

 “Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo”. (Paul Pilzer)

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